A segunda longa-metragem de Rita Azevedo Gomes (Portugal, 2000, 90 min), com título e epígrafe de um poema de Sophia de Mello Breyner: um universo poético muito pessoal, filmado num preto e branco austero, iluminado por uma sequência a cor. No ciclo Correspondências, dedicado à realizadora convidada.